PSICOLOGIA E AUTORREALIZAÇÃO
Robert Leahy, psicólogo cognitivo comportamental
PSICOLOGIA E AUTORREALIZAÇÃO
A psicologia e a terapia cognitivo comportamental entendem que a ansiedade em excesso é parte de um contexto maior. E que quando passamos a olhar para a pessoa e não apenas para o transtorno, nós podemos aprender mais sobre nós mesmos, sobre como lidamos com os nossos pensamentos e sentimentos. O autoconhecimento então é a chave para a mudança. No curso a ansiedade como caminho, eu abordo sobre como através da ansiedade nós podemos nos conhecer melhor e assim ter mais consciência sobre como lidamos com nossas emoções e em como somos influenciado por elas. Dessa forma nós passamos então a controlar o que antes nos controlava.
Nessa aula eu ampliei o entendimento sobre o que é uma ansiedade, além do modelo médico tradicional, compreendendo os diversos níveis que ela influencia. Entender mais sobre a ansiedade além do senso comum é determinante ao lidar com ela.
Nas últimas décadas a neurociência avançou no entendimento de como a ansiedade acontece no cérebro, e em como podemos com esse conhecimento, atuar na ansiedade iminente assim na sua intensidade.
O modo de vida atual tem um impacto significativo no aumento da ansiedade. Isso significa que a ansiedade não é um processo individual, mas também social.
Nossos hábitos comandam nossa vida e as grandes empresas sabem disso. As redes sociais hoje são um dos grandes fatores geradores de estresse e ansiedade. Compreender como isso acontece é fundamental para ter saúde mental.
A forma como nós pensamos influencia no que sentimos. Desta forma, a maneira como vemos a influência da ansiedade diretamente no seu impacto. Por isso é fundamental mudar as nossas opiniões sobre a ansiedade.
Quando temos ansiedade em excesso, é normal termos medo dela ou até mesmo raiva. Mas a forma como nós nos relacionamos com a ansiedade é parte central do tratamento dela. Por isso é tão importante que ressignifiquemos nossas crenças sobre a ansiedade.
A terapia cognitivo-comportamental compreende as diversas manifestações que a ansiedade provoca nas nossas opiniões e é alimentada por elas. Aqui eu detalho essas crenças e distorções e assim podemos mudar a nossa forma de reagirmos a elas.
A terapia cognitivo-comportamental é hoje a linha da psicologia mais indicada no manejo da ansiedade. Mas mesmo quem não está em terapia pode compreender mais sobre seu funcionamento e em como ela pode mudar o jogo ao lidarmos com a ansiedade.
A TCC entende que a nossa forma de pensar influencia na forma de sentir. Por isso é fundamental compreender quais são os pensamentos que podem estar alimentando a ansiedade e assim trazê-la para níveis normais.
Quando mudamos nossa forma de pensar e corrigimos as distorções cognitivas geradas pela ansiedade, diminuímos então sua intensidade. Nessa aula eu trago técnicas de terapia cognitivo comportamental no manejo da ansiedade com o objetivo de aumentarmos a nossa confiança em nós mesmos e assim aprendermos a lidar com a ansiedade com mais tranquilidade.
Hoje em dia estamos vivendo cada vez mais no piloto automático. Por isso entenda como a nossa atenção funciona e em como ela se tornou um produto altamente disputado é fundamental pra vivermos a vida com mais atenção e intensidade.
Nosso cérebro está programado para garantir a nossa sobrevivência. Com isso é esperado que estejamos em estado de alerta com bastante frequência. Mas quando essa preocupação se torna muito frequente, acabamos nos tornando referências de nós mesmos.
O modo de vida atual tem impactado na capacidade das pessoas sentirem de forma mais intensa as experiências do dia a dia. E quem lida com a sente isso de forma mais intensa. Mas é possível aumentar a nossa capacidade de extrair mais das experiências da nossa vida.
PSICOLOGIA E AUTORREALIZAÇÃO
A psicologia atual entende que a ansiedade em excesso faz parte de um contexto maior.
E que quando conhecemos o olhar para a pessoa e não apenas para o transtorno, podemos aprender mais sobre nós mesmos, sobre como lidamos com nossos pensamentos e sentimentos.
O autoconhecimento então é a chave para a mudança.
No curso a ansiedade como caminho, eu abordo sobre como através da ansiedade nós podemos conhecer melhor e assim ter mais consciência sobre como lidamos com nossas emoções e em como somos influenciados por elas.
Dessa forma nós começamos então a controlar o que antes nos controlava.
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Relacionamentos não começam no outro. Começam na forma como sentimos, interpretamos e reagimos ao que acontece dentro de nós. Neste bônus, eu aprofundo a inteligência emocional aplicada às três relações que mais moldam nossa vida: as amorosas, as familiares e a relação que mantemos conosco. Não é um conteúdo sobre técnicas de comunicação prontas ou frases de efeito. Falamos sobre como reconhecer gatilhos sem transformá-los em ataques, como sustentar conversas difíceis sem fugir ou explodir, e como diferenciar amor de dependência emocional. Nas relações familiares, entramos nas lealdades invisíveis, nos papéis que assumimos sem perceber e na possibilidade real de amadurecer sem romper vínculos. E talvez o ponto mais importante: a relação consigo mesmo. Porque sem autorregulação, autoconhecimento e responsabilidade emocional, qualquer relação externa vira um campo de compensação. É um material para quem quer se relacionar com mais consciência — não para evitar conflitos, mas para crescer com com as nossas trocas emocionais.

Diversos autores chamam a atenção para a importância da autorrealização. Nessa aula eu apresento o conceito de autorrealização desde Maslow até outros pensadores mais atuais. Compreender o que é a autorrealização é fundamental para podermos entender o que nos realiza, ao invés de aceitarmos modelos prontos.
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Meu nome é Renato Gomes, tenho 43 anos e sou formado em psicologia (CRP 06/155320) e tenho pós-graduação em História da Arte e Filosofia.
Desde a minha infância eu li com a ansiedade em excesso e depois de passar por diversos psicólogos de diferentes abordagens, pude compreender melhor como a psicologia tem diferentes formas de entender os transtornos, que no meu caso era uma ansiedade.
E depois de me formar em psicologia e de estudar muito sobre a ansiedade, passei a usar os princípios da terapia cognitiva comportamental como base do meu trabalho, especialmente no caso da ansiedade.
Mas a ansiedade é um aspecto complexo e que infelizmente tem sido reduzido apenas aos seus sintomas.
Com o tempo eu entendi que a ansiedade envolve os aspectos objetivos e subjetivos, ou seja, nossa biologia, pensamentos e sentimentos. Envolver nossos hábitos, mas também nossas relações. É um problema individual e social.
Ao ter que lidar com a ansiedade eu fui obrigado a olhar para a minha vida, para o meu contexto pessoal e social, para os meus hábitos, para o mundo no qual faço parte e em como ele me influencia.
Foi quando entendi que a ansiedade não era o meu problema real, mas passou a se tornar um problema porque eu não compreendia os fatores que davam forçar a ela.
E nesse conteúdo eu trago esse olhar além da ansiedade, para podermos aprender com ela, sem nos tornarmos reféns dela e assim controlar o que antes nos controlava.
Principais dúvidas
O acesso ao curso é vitalício, ou seja, você tem todo o tempo pra estudar com calma, no momento que for melhor para você.
O que funciona, no caso de ansiedade, é ter um conhecimento validado e colocado-lo na prática. A minha responsabilidade, como psicólogo, é compartilhar um material que tem resultado mostrado em diversos estudos comparativos, mas a prática depende de cada um.
Esse material tem como base, não apenas a psicologia atual, como também mais de 20 anos de experiência lidando com a ansiedade como paciente. Então não basta apenas entender a ansiedade teoricamente, sem ter vivido ela na prática. E por conta da minha experiência e de mais de 10 anos de estudos especificamente sobre a ansiedade, eu procurei trazer um olhar mais realista sobre como lidar com ela. E acima de tudo, em como usar a ansiedade como um caminho para o autoconhecimento.
Nada substitui uma terapia, já que na terapia temos uma pessoa treinada para ouvir nossas demandas e nos preparar para lidar com elas. Mas a terapia possui um tempo em média de 50 minutos, uma vez por semana. Com isso, fica inviável para o profissional passar horas de conteúdo específico sobre a ansiedade de seu cliente. Nesse sentido, o que eu trago da terapia cognitiva comportamental no manejo da ansiedade é um conteúdo complementar que tem como objetivo a psicoeducação, fazendo com que uma pessoa em processo de terapia possa potencializar seus resultados na clínica. E no caso de quem não tem possibilidade de fazer terapia, ainda assim poderá colocar em prática os conhecimentos da terapia cognitiva comportamental conduzindo assim os efeitos da ansiedade e desenvolvendo maior autoconsciência e autonomia sobre as suas emoções.
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